Surpreendentemente, fatores de reserva metabólica e robustez, como o peso total do intestino e a quantidade de gordura visceral do animal, não mostraram nenhuma relação direta com o crescimento superior. A capacidade fisiológica do intestino de transportar glicose também não afetou o desenvolvimento corporal das amostras. Esses dados científicos apontam para a existência de uma provável compensação de energia por parte do organismo marinho. O peixe parece priorizar o desenvolvimento de um intestino mais longo para maximizar o tempo e a eficiência da digestão da ração, mas sem adicionar peso ou tecido extra, o que exigiria altos e limitantes gastos energéticos de manutenção corporal durante períodos difíceis. Essas conclusões ajudam a traçar novas estratégias de manejo e facilitam a seleção genética em fazendas marinhas afetadas pelo clima.
Tamanho do intestino pode indicar maior resiliência do salmão ao aquecimento global
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