Análise genética do fígado mostrou mudanças expressivas: durante o jejum, aumentou a expressão de genes ligados ao metabolismo de lipídeos, indicando maior uso de gorduras como fonte de energia. Já na fase inicial da realimentação, genes foram ativados, estimulando a formação de glicose por rotas alternativas (gluconeogênese). Após duas semanas de refeeding, houve forte ativação de genes que restauram tecidos e repararam mitocôndrias.
Segundo os autores, utilizar jejum programado seguido de realimentação pode ser uma estratégia viável para aumentar eficiência e reduzir impacto ambiental na produção de pirarucu. Além disso, ajustes nas fórmulas alimentares e protocolos para diferentes fases de crescimento têm potencial para otimizar ainda mais os resultados.
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