As projeções climáticas do documento apontam diferentes cenários pelo país, indicando uma probabilidade maior de volume de chuvas abaixo da média nas regiões do Centro-Norte brasileiro. Em contrapartida, a Região Sul tem tendência de precipitação acima da média histórica. A Embrapa destaca que esses dados representam elevações no nível de risco global, mas não cravam o impacto exato que ocorrerá em cada região.
Planejamento e infraestrutura
Das 163 recomendações listadas na publicação sobre as medidas para gerenciar o risco climático na agricultura, 139 são direcionadas a cadeias produtivas específicas, enquanto 14 possuem caráter transversal para toda a agropecuária e 10 focam no embasamento de políticas públicas.
Para os aquicultores, a nota reforça a importância da adoção de protocolos rígidos de prevenção. Entre as principais indicações estão a criação de planos de contingência, o acompanhamento diário das previsões meteorológicas locais e a avaliação contínua dos riscos. A manutenção preventiva de diques, tanques e equipamentos de aeração também figura como passo essencial para proteger a infraestrutura contra tempestades ou secas.
Ações regionalizadas
Visando refinar ainda mais o suporte técnico aos produtores, as equipes responsáveis pelo documento preparam desdobramentos da ação. Segundo a instituição, novas diretrizes com recomendações segmentadas por região do país já estão em fase de elaboração, com o objetivo de entregar respostas mais alinhadas à realidade climática de cada local.
Fontes: Embrapa
