Foco nas pequenas agroindústrias
Um dos pontos da pauta foi a viabilização para agroindústrias de pequeno porte dedicadas ao beneficiamento de pescado. Com a inserção desses empreendimentos no mercado formal, espera-se que o produtor consiga agregar mais valor à matéria-prima. Além disso, o processamento regularizado permite a diversificação da oferta de produtos, ampliando o acesso a novos nichos de consumidores e fortalecendo a competitividade local.
Estatísticas e nutrição
A qualidade das rações formuladas para organismos aquáticos também ganhou destaque nas discussões. Aliado a isso, as entidades ressaltaram a urgência de aprimorar o levantamento de dados estatísticos de todo o setor.
A diversidade de espécies cultivadas e os variados sistemas de produção nas diferentes regiões do país exigem informações precisas. Segundo as instituições, um banco de dados qualificado é indispensável para mensurar o tamanho da cadeia, direcionar investimentos privados e embasar a formulação de políticas públicas mais assertivas.
Avanços na sanidade aquícola
Outro eixo classificado como prioritário foi a sanidade dos animais aquáticos. À medida que a aquicultura brasileira eleva seus índices de produtividade e busca maior consolidação nas exportações, a adoção de medidas preventivas rígidas torna-se essencial.
A reunião evidenciou que a atuação conjunta entre instituições de pesquisa, poder público e produtores rurais é o melhor caminho para otimizar a prevenção e o controle de enfermidades. O desafio das entidades agora é garantir que as pautas do encontro se convertam em ações efetivas, sobretudo para auxiliar os pequenos negócios no processo de formalização e comercialização.
Fontes: CNA
