Produção em escala e capacidade industrial
A nova unidade utilizará como matéria-prima peles provenientes do processamento de pescados originárias do açude Castanhão. A estrutura iniciará as operações com uma capacidade estimada de processamento de 180 mil peles por mês. A meta do projeto é expandir a produção gradualmente, alcançando o volume de 400 mil unidades mensais até o final do terceiro ano de funcionamento.
As estimativas financeiras acompanham o ritmo de expansão industrial. A projeção inicial indica um faturamento de R$ 58 milhões no primeiro ano de atividade, com potencial para atingir R$ 130 milhões anuais à medida que a fábrica alcançar a capacidade máxima planejada.
Agregação de valor e integração com a saúde
O avanço para escala industrial consolida uma mudança no aproveitamento dos resíduos da piscicultura cearense. Anteriormente tratada apenas como um subproduto do beneficiamento do peixe, a pele da tilápia passa a integrar uma cadeia tecnológica de maior complexidade. A iniciativa demonstra o impacto do investimento em pesquisa científica para gerar soluções reais, conectando a produção de pescados a setores como biotecnologia, indústria farmacêutica e saúde.
Fontes: TrendsCE
