Diversidade da cadeia e impactos no setor
O setor abrange desde a produção e reprodução de organismos até o comércio especializado, importação, exportação e a fabricação de insumos e equipamentos. A expansão da aquicultura ornamental em ambiente controlado surge como alternativa estratégica, capaz de suprir a demanda do mercado, gerar desenvolvimento econômico e diminuir a pressão sobre populações de organismos aquáticos na natureza, desde que alinhada a boas práticas de manejo e responsabilidade ambiental.
Articulação institucional e avanço regulatório
Para além da exposição de produtos e soluções tecnológicas, os encontros consolidaram o papel de entidades representativas na estruturação da atividade no país. A Associação Brasileira de Lojas de Aquariofilia (ABLA), que atua na integração de lojistas, distribuidores, fabricantes, importadores e pescadores ornamentais, concentrou esforços no acompanhamento de pautas regulatórias e na profissionalização de toda a cadeia.
Inclusão da comunidade e debates para o futuro
Paralelamente, o Instituto Nacional do Aquarismo (INA), entidade civil criada em 2024, fortaleceu a aproximação entre o consumidor final e as instâncias formais de discussão do segmento. A atuação conjunta de ABLA e INA tem garantido espaço em fóruns nacionais do setor, a exemplo do painel promovido na Aquishow Brasil 2026 em parceria com o Ministério da Pesca e Aquicultura. A mobilização contínua busca transformar o engajamento da comunidade aquarista em avanços estruturais, segurança jurídica e crescimento sustentável para a atividade.
Para conhecer a ABLA e fazer parte da entidade: ABLAquariofilia – Associação Brasileira de Lojas de Aquariofilia
