Como os crustáceos não possuem um sistema imunológico adaptativo com memória igual ao dos peixes, as vacinas orais são projetadas para estimular mecanismos naturais de defesa conhecidos como “estimulação imunológica”. No setor de camarões, os avanços também são notáveis para combater enfermidades como a Doença da Mancha Branca (WSD). O uso de proteínas recombinantes e até biotecnologia com microalgas tem demonstrado resultados experimentais positivos, apontando para métodos de controle de doenças mais sustentáveis e menos invasivos nas fazendas de cultivo.
O desenvolvimento dessas soluções representa um passo fundamental para uma aquicultura mais eficiente e focada na saúde preventiva. Se você deseja entender profundamente os mecanismos técnicos e os resultados das vacinas testadas para cada espécie, convidamos você a acessar o artigo completo para se aprofundar no tema.
Fonte: Oral antiviral vaccines in aquaculture: Current status, challenges, and future prospects
