Apoio técnico à piscicultura familiar
A execução do programa articula a pesquisa aplicada diretamente às demandas de campo, com ênfase no atendimento aos agricultores familiares sul-mato-grossenses. A proposta contempla o compartilhamento de infraestrutura científica e a transferência contínua de conhecimentos, assegurando que os protocolos validados cheguem com agilidade às propriedades parceiras.
A expectativa é que a integração entre a pesquisa científica e o produtor rural resulte em maior eficiência zootécnica, sustentabilidade ambiental e estabilidade de renda para as famílias que dependem da atividade aquícola na região pantaneira.
Cinco frentes de desenvolvimento tecnológico
O cronograma do PANTEQ está dividido em cinco componentes estratégicos ao longo da cadeia produtiva:
- Sanidade e biosseguridade: desenvolvimento e padronização de protocolos sanitários e preventivos para mitigar perdas e otimizar os sistemas de produção.
- Bem-estar animal: uso de soluções naturais, como óleos essenciais e compostos bioativos, visando reduzir o estresse e reforçar a imunidade dos peixes.
- Qualidade e conservação: formulação de diretrizes técnicas para elevar a qualidade da carne processada e permitir a abertura de mercados de maior valor agregado.
- Validação e escalonamento: testes práticos das metodologias em ambiente real de cultivo, em conjunto com piscicultores parceiros.
- Transferência de tecnologia: treinamento de técnicos, produtores e estudantes, acompanhado da elaboração de manuais e materiais didáticos para o setor.
Equipe
Os trabalhos contam com pesquisadores das duas instituições públicas de ensino superior. Pela UEMS, integram o corpo docente os pesquisadores Cristiane Meldau de Campos Amaral, André Luiz Julien Ferraz, Deliane Cristina Costa, Dalton Mendes de Oliveira e Claudia Andrea Lima Cardoso.
Já a equipe da UFMS, que participa como coexecutora, reúne os professores Carlos Eurico dos Santos Fernandes, Jayme Aparecido Povh e Susana Amaral Teixeira.
Fontes: Notícias UEMS
