O peso do “tarifaço” e a força da tilápia
Manoel Pedroza, pesquisador da instituição, aponta que as medidas comerciais adotadas pelo mercado norte-americano, principal destino do pescado brasileiro, foram o grande motor dessa retração. Mesmo com uma redução tarifária posterior, o ajuste não bastou para recuperar o ritmo das exportações. Apesar das dificuldades, a tilápia continuou sendo o produto mais exportado pela cadeia nacional, sustentando a maior parcela das receitas geradas no período e mantendo sua relevância no cenário internacional.
Sinais de retomada e necessidade de diversificação
Apesar do recuo nas exportações no primeiro semestre, o levantamento indica uma movimentação de recuperação. No segundo trimestre de 2026, os embarques cresceram cerca de 15% em relação aos três primeiros meses do ano, mostrando que as empresas do setor estão reajustando suas operações.
Fontes: Portal Embrapa
