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    Rio Grande do Norte retoma negociações para exportar camarão ao mercado chinês

    O Governo do Rio Grande do Norte retomou negociações com autoridades federais para viabilizar a exportação de camarão cultivado ao mercado chinês. A China é considerada um dos maiores consumidores de crustáceos do mundo e representa uma oportunidade estratégica para o setor aquícola potiguar.

    Erro técnico atrasou liberação para exportação

    A expectativa do governo estadual era obter a liberação para exportar camarão ainda em 2025. No entanto, um erro técnico no cadastramento do produto atrasou o processo. O camarão vannamei foi classificado incorretamente como produto de captura.

    Na prática, o camarão produzido no estado é resultado de cultivo em sistemas de aquicultura. Essa divergência impediu que o produto fosse incluído na lista de itens autorizados para exportação ao mercado chinês.

    Governo articula solução junto a ministérios

    Para corrigir o problema, o secretário de Agricultura, Pecuária e Pesca do Rio Grande do Norte anunciou uma ida a Brasília. O objetivo é tratar diretamente da demanda com o Ministério da Agricultura e Pecuária e com o Ministério da Pesca e Aquicultura.

    A intenção do governo é alinhar as informações técnicas exigidas pelas autoridades chinesas. Com isso, o Estado espera acelerar o desbloqueio do processo de exportação.

    Carcinicultura é estratégica para a economia potiguar

    O setor de carcinicultura é um dos mais importantes do Rio Grande do Norte. A atividade gera milhares de empregos diretos e indiretos em diferentes regiões do estado.

    A produção potiguar de camarão está estimada em cerca de 45 mil toneladas em 2025. Esse volume reforça o peso econômico do setor e sua capacidade de atender mercados internacionais.

    China é vista como mercado prioritário

    Representantes do setor produtivo avaliam o mercado chinês como estratégico para a expansão das exportações. O país apresenta forte demanda por camarão e grande capacidade de importação.

    Apesar de o Rio Grande do Norte ter perdido recentemente a liderança nacional para o Ceará, o estado segue entre os maiores produtores do Brasil. O setor mantém competitividade e estrutura para atender às exigências do comércio exterior.

    Expectativa é de impactos positivos

    A expectativa do governo estadual e dos produtores é que a correção do enquadramento técnico destrave o acesso ao mercado chinês. O avanço das negociações depende do alinhamento com os órgãos federais.

    Se confirmada, a abertura do mercado pode gerar impactos positivos na economia local. Entre eles estão o aumento da geração de emprego, renda e novas oportunidades para a aquicultura potiguar.

    As informações foram divulgadas originalmente pela Tribuna do Norte.

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