Exigências sanitárias na exportação
A expansão das fronteiras comerciais só foi possível após a cadeia produtiva conquistar as autorizações sanitárias exigidas pelas nações compradoras. A adequação a esses protocolos é o passaporte obrigatório para a entrada de produtos de origem animal em outros países.
Para que o pescado nacional chegue às prateleiras estrangeiras, o rigor técnico deve estar presente em toda a operação. Isso engloba as fases de captura ou cultivo nas produções, passando pelas etapas de processamento nas indústrias, além dos sistemas de conservação e transporte.
O desafio da consolidação comercial
Apesar da diversificação dos parceiros de negócios ampliar o leque de oportunidades para a aquicultura e a pesca, o acesso formal não garante um aumento automático nos embarques. A efetivação das vendas esbarra em obstáculos operacionais e de mercado.
Para converter os novos destinos em receita, as empresas brasileiras precisam comprovar competitividade. O volume de exportações dependerá diretamente do controle dos custos de produção, da capacidade de manter um fornecimento constante e da eficiência logística para escoar a mercadoria.
O foco atual do setor é transformar o recorde de aberturas governamentais em negociações consistentes. O objetivo é construir relações duradouras com os compradores internacionais, gerando agregação de valor para todos os elos da produção brasileira de pescado.
Fontes: Ministério da Pesca e Aquicultura
