Crescimento acelerado da atividade
A mobilização para ordenar a cadeia produtiva ocorre em meio a um período de rápida expansão. O estado de Santa Catarina, que contava com apenas quatro algicultores comerciais em 2022, saltou para 52 produtores registrados entre 2024 e 2025. Hoje, o cultivo de macroalgas abrange nove municípios catarinenses, concentrando-se principalmente nas águas de Florianópolis e Palhoça.
A produção é impulsionada pelo cultivo da espécie de origem filipina Kappaphycus alvarezii. A biomassa dessa macroalga representa uma importante alternativa de diversificação econômica para os maricultores locais, servindo como matéria-prima estratégica para a fabricação de bioinsumos agrícolas, cosméticos e produtos para alimentação animal.
Desafios estruturais e ambientais
Apesar do cenário promissor, o crescimento em ritmo acelerado traz à tona gargalos que o planejamento estratégico pretende solucionar. Segundo o pesquisador Felipe Matarazzo Suplicy, responsável pela versão preliminar do plano, os produtores enfrentam desafios ligados à comercialização da safra, fornecimento constante de mudas, organização associativa e a regularização para a ocupação das áreas marinhas.
A expectativa da Epagri é que as contribuições dos diversos elos da cadeia produtiva garantam que as diretrizes finais do plano correspondam às reais demandas do setor e impulsionem o desenvolvimento regional.
Agende-se para as oficinas
Em Itajaí, o workshop será na sexta-feira, 9 de outubro, das 8h às 12h, no Centro de Treinamento de Itajaí (Cetrei). Em Florianópolis, a oficina ocorre na sexta-feira, 23 de outubro, no mesmo horário, no Centro de Treinamento de Florianópolis (Cetre).
As inscrições podem ser realizadas pelo link
Para quem não puder comparecer, maiores informações podem ser encontradas no site: Plano Estratégico para o Desenvolvimento Sustentável da Algicultura Catarinense 2027–2037 – Epagri / Cedap – Centro de Desenvolvimento em Aquicultura e Pesca de Santa Catarina
Fontes: Epagri
